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Você que tanto tempo faz
Você que eu não conheço mais
Você que um dia eu amei demais
Você que ontem me sufocou,
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você que até hoje eu não esqueci
Você que eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade é que em mim você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você e hoje nada sou.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Um mês...
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Um mês ja se passou e a dor que eu sinto ainda machuca com tanta intensidade que é como se tudo tivesse acontecido ontem....
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Um mês ja se passou e a dor que eu sinto ainda machuca com tanta intensidade que é como se tudo tivesse acontecido ontem....
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Nostalgia
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- Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, por não poder mais reviver certos momentos da vida.
- “Nostalgia - 1. Saudade pungente de coisas, pessoas ou situações do passado".
É essa tal de nostalgia que eu sinto todo fim de tarde, é ela que vem bater na minha porta ainda mais constantemente todos os domingos...
Quando faz frio, me lembro de você... Quando faz calor, me lembro de você... Quando chove, me lembro de você... Quando vou dormir me lembro de você... Quando vou ao cinema me lembro de você... Quando saio para jantar me lembro de você... Quando toca o telefone... ah como eu lembro você... Até quando me olho no espelho eu lembro de você... o tempo não passa, os minutos parecem horas, meu coração apertado! Não quero demonstrar, não quero que ninguém se preocupe comigo, mas, as vezes, as vezes não da para segurar.
Me considero uma pessoa forte, tenho me saído até que muito bem... mas quando a dor vem, aah quando essa dor vem, tenho vontade de fazer um buraco no chão e ficar lá, escondidinha para que ninguém me veja, ou pegar uma estrada e sumir, andar andar e andar... desaparecer. Mas nada que eu faça agora, vai fazer com que eu te esqueça, só o tempo... só esse tal de "tempo" vai tirar isso de dentro de mim. Ai paro e me pergunto, quanto tempo isso vai demorar? Quanto tempo essa dor ainda vai me perturbar? Quanto tempo essa ferida ainda vai sangrar? Por quanto tempo? Alguém pode me dizer por favor, eu não aguento mais... não aguento mais...
Chega a me faltar o ar...
By Ana Paula Ferraz
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- Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, por não poder mais reviver certos momentos da vida.
- “Nostalgia - 1. Saudade pungente de coisas, pessoas ou situações do passado".
É essa tal de nostalgia que eu sinto todo fim de tarde, é ela que vem bater na minha porta ainda mais constantemente todos os domingos...
Quando faz frio, me lembro de você... Quando faz calor, me lembro de você... Quando chove, me lembro de você... Quando vou dormir me lembro de você... Quando vou ao cinema me lembro de você... Quando saio para jantar me lembro de você... Quando toca o telefone... ah como eu lembro você... Até quando me olho no espelho eu lembro de você... o tempo não passa, os minutos parecem horas, meu coração apertado! Não quero demonstrar, não quero que ninguém se preocupe comigo, mas, as vezes, as vezes não da para segurar.
Me considero uma pessoa forte, tenho me saído até que muito bem... mas quando a dor vem, aah quando essa dor vem, tenho vontade de fazer um buraco no chão e ficar lá, escondidinha para que ninguém me veja, ou pegar uma estrada e sumir, andar andar e andar... desaparecer. Mas nada que eu faça agora, vai fazer com que eu te esqueça, só o tempo... só esse tal de "tempo" vai tirar isso de dentro de mim. Ai paro e me pergunto, quanto tempo isso vai demorar? Quanto tempo essa dor ainda vai me perturbar? Quanto tempo essa ferida ainda vai sangrar? Por quanto tempo? Alguém pode me dizer por favor, eu não aguento mais... não aguento mais...
Chega a me faltar o ar...
By Ana Paula Ferraz
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não da para fingir o tempo todo...
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Vai sim, vai ser sempre assim
A sua falta vai me incomodar,
E quando eu não aguentar mais
Vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.
Vai sim, vai ser sempre assim,
Um pra cada lado, como você quis
E eu vou me acostumar,
Quem sabe até gostar de mim.
Mesmo que eu tenha que mudar
Móveis e lembranças do lugar,
O meu olhar ainda vê o seu
Me devorando bem devagar.
Vem, que eu ainda quero, vem
Quando menos espero a saudade vem
E me dá essa vontade, vem
Que eu ainda sinto o frio
Sem você é tudo tão vazio
E me dá essa vontade, vem
Que esse amor ainda é meu.
Troco todos os meus planos por um beijo seu
Que essa noite pode terminar bem
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Vai sim, vai ser sempre assim
A sua falta vai me incomodar,
E quando eu não aguentar mais
Vou chorar baixinho, pra ninguém ouvir.
Vai sim, vai ser sempre assim,
Um pra cada lado, como você quis
E eu vou me acostumar,
Quem sabe até gostar de mim.
Mesmo que eu tenha que mudar
Móveis e lembranças do lugar,
O meu olhar ainda vê o seu
Me devorando bem devagar.
Vem, que eu ainda quero, vem
Quando menos espero a saudade vem
E me dá essa vontade, vem
Que eu ainda sinto o frio
Sem você é tudo tão vazio
E me dá essa vontade, vem
Que esse amor ainda é meu.
Troco todos os meus planos por um beijo seu
Que essa noite pode terminar bem
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Dê tempo ao tempo
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Anda
Tira essa dor do peito, anda
Despe essa roupa preta e manda
Seu corpo deslembrar
Canta
Vira dor pelo avesso
Canta
Larga essa vida assim as tontas
Deixa esse desenganar
Calma
Dê o tempo ao tempo, calma
Alma
Põe cada coisa em seu lugar
E o dia virá, algum dia virá
Sem aviso
Então...
Calma
(Franciso Bosco/Fred Martins)
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Anda
Tira essa dor do peito, anda
Despe essa roupa preta e manda
Seu corpo deslembrar
Canta
Vira dor pelo avesso
Canta
Larga essa vida assim as tontas
Deixa esse desenganar
Calma
Dê o tempo ao tempo, calma
Alma
Põe cada coisa em seu lugar
E o dia virá, algum dia virá
Sem aviso
Então...
Calma
(Franciso Bosco/Fred Martins)
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Soneto de Separação - Vinícius de Morais
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De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
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De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Fácil x Difícil
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"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa. Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado."
Eu quero sumir! =/
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"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa. Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado."
Eu quero sumir! =/
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