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"Por que essa Vida insiste em me penetrar,
Quando penso que não se cabe em mim?
Por que essa ferida insiste em sangrar,
Quando de tão boa, soa mesmo ruim?
Por que minhas palavras insistem em se coordenar,
Quando trôpega, caminho por essa rua sem fim?
Por que essa estrada teima em se demorar.
Quando na verdade, eu é quem quero senti-la assim?
Porque esse clamor se recusa a calar,
Quando me sinto, finalmente por sim?
Tão grande,
Tão grande de tudo,
Tão pequena de mim."
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